Mostrando postagens com marcador Quinta feira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Quinta feira. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O Livro de Juízes

ConsideraçõesPreliminares

O livro de Juízes é o principal elo histórico entre Josué e o período dos reis de Israel. O período dos juízes vai de 1375 a 1050 a.C., aproximadamente. Nesse tempo, Israel era uma confederação de tribos. O nome do livro deriva das pessoas que Deus levantava periodicamente para conduzir e libertar os israelitas, após se desviarem para a apostasia e caírem vítimas da opressão de nações vizinhas estrangeiras. Os juízes (treze deles são mencionados neste livro) vieram de várias tribos e funcionavam como chefes militares e magistrados civis. Muitos se limitavam à sua própria tribo quanto à esfera de influência, ao passo que alguns serviam a toda a nação de Israel. Samuel, geralmente considerado o último dos juízes e o primeiro dos profetas, não é mencionado neste livro. A autoria de Juízes é incerta. O próprio livro indica os seguintes limites cronológicos de sua composição: (1) foi escrito depois da remoção da arca, de Siló, nos tempos de Eli e de Samuel (18.31; 20.27; 1 Sm 4.3-11); (2) as referências frequentes do livro ao período dos juízes, com a declaração: “Naqueles dias, não havia rei em Israel” (17.6; 18.1; 19.1; 21.25), sugere que o livro foi escrito no tempo da monarquia; (3) Jerusalém ainda estava em poder dos jebuseus (1.21; 2 Sm 5.7). Esses três indícios indicam que o livro foi concluído nalgum tempo depois do início do reinado do rei Saul (c. 1050 a.C.) mas antes do rei Davi capturar Jerusalém (c. 1000 a.C). O Talmude judaico associa a origem deste livro a Samuel, o que é bem possível. Uma coisa é certa: o livro descreve e avalia o período dos juízes do ponto de vista do concerto (2.1-5). Moisés tinha profetizado que a opressão viria da parte das nações estrangeiras sobre os israelitas como maldição da parte de Deus, se eles abandonassem o concerto (Dt 28.25, 33, 48). O livro de Juízes ressalta a realidade histórica dessa profecia.

Propósito

Historicamente, Juízes fornece o relato principal da história de Israel na terra prometida, da morte de Josué aos tempos de Samuel. Teologicamente, revela o declínio espiritual e moral das tribos, após se estabelecerem na terra prometida. Esse registro deixa claro os infortúnios que sempre ocorriam a Israel quando ele se esquecia do seu concerto com o Senhor e escolhia a senda da idolatria e da devassidão. 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Amor incomparável

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 
João 3:16

Amor. O que dizer sobre o amor? algo tão sublime e importante para o ser humano. Sem amor somos incapazes de viver. Tudo ou quase tudo que fazer é por amor. Mas você ja parou para pensar que houve um fato tão importante feito por amor a você? Esse amor se chama Jesus. Foi ele que por amor a você e por mim morreu na cruz. um amor incomparável. Você já se pegou fazendo para um amigo ou parente algo difícil e trabalhoso? Passou o dia todo concentrado nessa tarefa e depois que acabou você não cobrou nada? Isso é uma demonstração de que você valoriza aquela pessoa. Deus mostrou de uma maneira inigualável que valoriza a sua vida mais do que qualquer coisa. Se você hoje esta sozinho deprimido saiba que Deus quer cuidar de sua vida de forma integral. Jesus traz uma palavra de vitória, amor e de vida nova. Abra seu coração para Jesus e deixe Ele entrar. Caso você nunca foi a uma igreja, experimente, lá você terá um verdadeiro encontro com Deus. Um encontro que vai mudar a sua vida. E você que já é cristão, valorize a casa do Pai porque só nela você encontrará revelações que mudarão a sua vida.
Convide seus amigos para desfrutar desse prazer que é estar na presença de Deus.
Tenham todos um dia abençoado.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O Livro de Josué


Autor : Josué
Data: Séc. XIV aC
Tema: A conquista de Canaã

Considerações Preliminares

O livro de Josué é a continuação do Pentateuco. Relata a travessia do Jordão por Israel, depois da morte de Moisés, para a entrada em Canaã, bem como a conquista e o povoamento de Canaã pelas doze tribos sob a liderança de Josué. A data bíblica aproximada da invasão de Canaã por Israel é 1405 a.C. O livro abrange os 25-30 anos consecutivos da história de Israel, e conta como Deus "deu... a Israel toda a terra que jurara dar a seus pais" (21.43). Apropriadamente, o livro recebe o nome do seu personagem principal, que se destaca como o líder escolhido por Deus, do começo ao fim do livro. Os antecedentes pessoais de Josué muito contribuíram para que se tornasse o líder da conquista. Josué viveu próximo ao fim da opressão de Israel pelo Egito, e testemunhou as dez pragas que Deus enviou a esse país como castigo, a primeira Páscoa, a travessia milagrosa do mar Vermelho e os sinais (e juízos) sobrenaturais durante as peregrinações de Israel no deserto.
Serviu a Moisés como comandante militar na batalha contra os amalequitas, pouco depois da saída do Egito (Êx 17.8-16). Somente ele acompanhou Moisés na subida ao monte Sinai,
quando Deus deu a Israel os dez mandamentos (Êx 24.12-18). Como auxiliar de Moisés, Josué demonstrava intensa devoção e amor a Deus, e muitas vezes permaneceu na presença do Senhor por um longo período (Êx 33.11). Era um homem que se deleitava na santa presença de Deus. Por certo, aprendeu muito com Moisés, seu conselheiro e guia de confiança, a respeito dos caminhos de Deus e das dificuldades na condução do povo. Em Cades-Barnéia, Josué serviu a Moisés como um dos doze espias que observaram a terra de Canaã. Ele, juntamente com Calebe, rejeitou energicamente o relatório da maioria, que retratava a incredulidade do povo (Nm 14). Muitos anos antes de substituir Moisés como líder de Israel, Josué demonstrou ser um homem de fé, visão, coragem, lealdade, obediência inconteste, oração e dedicação a Deus e à sua palavra. Quando foi escolhido para substituir Moisés, já era um homem "em que há o Espírito" (Nm 27.18; Dt 34.9).
A tradição judaica, no Talmude, atribui a Josué a autoria literária do livro. Duas vezes o livro menciona o ato de escrever em conexão com Josué (18.9; 24.26). As evidências internas do livro indicam enfaticamente que o seu autor foi testemunha ocular da conquista (cf. "nos" em 5.6; note-se que Raabe ainda vivia quando o autor escreveu, 6.25). As partes do livro acrescentadas depois da morte de Josué e.g., 15.13-17 (cf. Jz 1.9-13); 24.29-33 — foram talvez escritas por um dos "anciãos que ainda viveram muito depois de Josué" (24.31). Josué morreu cerca de 1375 a.C., aos 110 anos de idade (24.29).

Propósito

O livro de Josué foi escrito como um registro da fidelidade de Deus, no cumprimento de suas promessas pactuais a Israel, concernentes à terra de Canaã (23.14; cf. Gn 12.6-7). As vitórias da conquista aparecem como os atos libertadores da parte de Deus pró Israel sobre uma decadente cultura cananéia (Dt 9.4). A violência neste livro deve ser enquadrada nesta perspectiva. A arqueologia confirma que o povo cananeu era caracterizado por extrema depravação e crueldade quando Israel ocupou a terra.

De volta com o estudo dos livros da Bíblia, espero que possa ter abençoado sua vida, que você possa aprender, fiquem na paz e amanhã teremos, mas uma postagem abençoada. 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O LIVRO DE DEUTERONÔMIO

Considerações Preliminares



O título "Deuteronômio" vem da Septuaginta e significa "Segunda Lei". O livro consiste nas mensagens de despedida de Moisés, nas quais ele sumariou e renovou o concerto entre Deus e Israel, para o bem da nova geração de israelitas. Tinham chegado ao fim da peregrinação no deserto e agora estavam prontos para entrarem na terra de Canaã. A nova geração, na sua maior parte, não tinha lembrança pessoal da primeira Páscoa, da travessia do mar Vermelho, nem da outorga da lei no monte Sinai. Careciam de uma narração inspirada do concerto de Deus, da sua lei e da sua fidelidade, bem como uma renovada declaração das bênçãos resultantes da obediência e das maldições da desobediência. Enquanto o livro de Números registra as peregrinações no deserto, da rebelde primeira geração de israelitas, abrangendo um período de trinta e nove anos, Deuteronômio abrange um período de talvez um só mês, numa só localidade, nas planícies de Moabe, diretamente a leste de Jericó e do rio Jordão. 
Deuteronômio foi escrito por Moisés (31.9,24-26; cf. 4.44-46; 29.1) e entregue a Israel como um documento do concerto, para ser lido por extenso diante de todo o povo, a cada sete anos (31.10-13).
É provável que Moisés tenha completado o livro pouco antes da sua morte, cerca de 1405 a.C. A autoria mosaica de Deuteronômio é atestada:
- pelo Pentateuco judaico e samaritano;
- pelos escritores do AT (e.g., Js 1.7; 1 Rs 2.3; 2 Rs 14.6; Ed 3.2; Ne 1.8,9; Dn 9.11);
- por Jesus (Mt 19.7-9; Jo 5.45-47), bem como escritores do NT (At 3.22,23; Rm 10.19);
- por eruditos cristãos antigos;
- por eruditos conservadores contemporâneos; e
- pelas evidências internas do livro (e.g., semelhança, na estrutura literária, com textos de pactos seculares de vassalagem do século XV a.C.).
O relato da morte de Moisés (cap34) evidentemente foi acrescentado logo após sua ocorrência (mais provavelmente por Josué) como um tributo merecido a Moisés, servo do Senhor. 
Propósito
O propósito original de Moisés ao proferir seus discursos diante da nova geração de Israel, antes de entregar as rédeas do governo a Josué para efetuar a conquista de Canaã, foi exortar e instruir os israelitas a respeito:
- dos atos poderosos de Deus e as suas promessas;
- seus deveres segundo o concerto: a fé e a obediência; e a necessidade de dedicarem-se ao Senhor, para andarem nos seus caminhos, amá-lo e honrá-lo de todo coração, alma e forças.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O Livro de Números


Considerações Preliminares

O título do livro, "Números", surgiu primeiramente nas versões gregas e latinas e deriva dos dois recenseamentos ou "contagens" do povo registrados no livro (1.26). A maior parte do livro, entretanto, descreve as experiências de Israel nas suas peregrinações "no deserto". Daí, este livro ser chamado no Antigo Testamento hebraico "No Deserto" (Bemidbar - palavra que aparece no primeiro versículo do livro).
Cronologicamente, Números é uma continuação da história relatada no livro de Êxodo. Depois de uma estada de aproximadamente um ano no monte Sinai - período durante o qual Deus estabeleceu seu concerto com Israel, deu a Moisés a lei e o modelo do Tabernáculo, e instruiu-o a respeito do conteúdo de Levítico - os israelitas se prepararam para continuar sua viagem à terra que Deus lhes prometera como descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Pouco antes de partirem do monte Sinai, no entanto, Deus mandou Moisés numerar todos os homens de guerra (1.2, 3). Dezenove dias depois, a nação partiu de lá, numa curta viagem para Cades-Barnéia (10.11). Números registra a grave rebelião de Israel em Cades, e seus trinta e nove anos subseqüentes de julgamento no deserto, até quando Deus conduziu toda uma nova geração de israelitas às planícies de Moabe, à beira do rio Jordão, do lado oposto a Jericó e à terra prometida.
A autoria de Números é historicamente atribuída a Moisés (1) pelo Pentateuco judaico e o Samaritano; (2) pela tradição judaica; (3) por Jesus e pelos escritores do Novo Testamento; (4) pelos escritores cristãos antigos; (5) pelos estudiosos conservadores contemporâneos; e (6) pelas evidências internas do próprio livro (e.g., 33.1, 2). Moisés, sem dúvida, escreveu um diário durante as peregrinações no deserto, e mais tarde dispôs o conteúdo de Números em forma narrativa, pouco antes de sua morte (c. 1405 a.C.). A prática de Moisés, de referir-se a si mesmo na terceira pessoa, era comum nos escritos antigos, e em nada afeta a credibilidade da sua autoria.
  
Propósito

Números foi escrito para relatar porque Israel não entrou na terra prometida imediatamente depois de partir do monte Sinai. O livro trata da fé que Deus requer do seu povo, dos seus castigos e juízos contra a rebelião e do cumprimento progressivo do seu propósito.

*Fonte: Bíblia de Estudos Pentecostal

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O LIVRO DE LEVÍTICO


LEVÍTICO

Autor: Moisés
Tema: Santidade
Data: 1445 – 1405 a.C.


Considerações Preliminares

 Levítico está estreitamente ligado ao livro de Êxodo. Êxodo registra como os israelitas foram libertos do Egito, receberam a lei de Deus, e construíram o Tabernáculo segundo o modelo determinado por Deus; termina quando o Santo vem habitar no Tabernáculo recém-construído (Êx 40.34). Levítico contém as leis que Deus deu a Moisés durante os dois meses entre o término do Tabernáculo (Êx 40.17) e a partida de Israel do monte Sinai (Nm 10.11). O título "Levítico" deriva não da Bíblia hebraica, mas das versões em grego e latim. Esse título poderia levar alguém a julgar que o livro trata somente do sacerdócio Levítico. O caso é diferente, pois boa parte do livro relaciona-se com todo o Israel.
 Levítico é o terceiro livro de Moisés. Mais de cinquenta vezes, o livro declara que seu conteúdo encerra as palavras e a revelação que Deus deu diretamente a Moisés para Israel, as quais, Moisés, a seguir, reduziu à forma escrita. Jesus faz referência a um trecho de Levítico e o atribui a Moisés (Mc 1.44). O apóstolo Paulo refere-se a um trecho deste livro ao afirmar "Moisés descreve... dizendo..." (Rm 10.5). Os críticos que atribuem Levítico a um escritor sacerdotal de época muito posterior rejeitam a autenticidade do testemunho bíblico (ver a introdução a Êxodo).

 Propósito

            Levítico foi escrito para instruir os israelitas e seus  mediadores sacerdotais acerca do seu acesso a Deus por meio do sangue expiador e para expor o padrão divino da vida santa que deve ter o povo escolhido de Deus.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Êxodo: Características Especiais e Cumprimento no NT

 Características Especiais e Cumprimento no NT

Características Especiais

Cinco características distinguem Êxodo.  (1) As circunstâncias históricas do nascimento de Israel como nação. (2) Decálogo, i.e., os dez mandamentos (cap.20), que é a suma feita por Deus da sua lei moral e das suas justas exigências para o seu povo. Nela, temos o fundamento da ética e da moralidade bíblicas. (3) É o livro do AT que mais destaca a graça redentora e o poder de Deus em ação. Em termos do AT, Êxodo descreve o caráter sobrenatural da libertação que Deus efetuou do seu povo, livrando-o do perigo e da escravidão do pecado, de Satanás e do mundo. (4) O livro inteiro está repleto da revelação majestosa de Deus, como (a) glorioso de seus atributos, (veraz, misericordioso, fiel, santo e onipotente); (b) Senhor da historia e dos reis poderosos; (c) o Redentor que faz um concerto com os seus redimidos; (d) justo e reto assim revelado na sua lei moral e nos seus juízos e (e) digno da adoração reverente, como o Deus transcendente que desce para “tabernacular” com o seu povo, i.e., habitar com o seu povo (cf. Jo 1.14 no gr.).  (5) Êxodo enfatiza o “como?”, “o quê?” e o “por quê?” do verdadeiro culto que deve seguir-se à redenção que Deus efetua dos seus.

O Livro de Êxodo e seu Cumprimento no NT

A prefiguração da Redenção que temos no novo pacto é evidente em todo o livro de Êxodo. A primeira Páscoa, a travessia do Mar Vermelho e a outorga da lei do monte Sinai são, para o velho concerto, aquilo que a vida, morte e ressurreição de Jesus, e a outorga do Espírito Santo no Pentecoste,  são para o novo concerto. Os tipos de Êxodo que prenunciam Cristo e a redenção no NT são: (1) Moisés, (2) a Páscoa, (3) a travessia do mar Vermelho, (4) o maná, (5) a rocha e a água, (6) o Tabernáculo, e (7) o sumo sacerdote. As exigências morais absolutas dos dez mandamentos são repetidas no NT, para os crentes do novo concerto.

Fonte: Bíblia de Estudos Pentecostal

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Êxodo: Propósito e Visão Panorâmica


Êxodo: Propósito e Visão Panorâmica
Propósito

Foi escrito para que tivéssemos um registro permanente dos atos históricos e redentores de Deus, pelos quais Israel foi liberto do Egito e organizado como sua nação escolhida. Pelos mesmos atos divinos, Israel também recebeu a revelação escrita, do concerto entre Deus e aquela nação. Também foi inscrito como um elo extremamente importante da auto-revelação geral e progressiva de Deus, que culminou na pessoa de Jesus Cristo e no NT.

Visão Panorâmica

O livro de Êxodo começa com a descrição do sofrimento dos descendentes de Jacó no Egito, a saber: opressão, escravidão e infanticídio, que é morte de crianças ou recém nascidos, e termina com a presença, o poder e a glória de Deus manifesto no Tabernáculo, no meio do seu povo já liberto, no deserto. Êxodo divide-se em três seções principais. (A) Os Caps. 1 – 14 revelam Israel no Egito, oprimido por um Faraó que não conhecia a José, e Deus então redimiu Israel “com braço estendido e com juízos grandes” (6.6). Entre os eventos portentosos, ou extraordinários, dessa parte da história de Israel, então: (1) O nascimento de Moisés, sua preservação e preparação(cap. 2) ; (2) a chamada de Moisés na sarça ardente(3-4); (3) as dez pragas(7-12); (4) a páscoa(cap 12) e (5) a travessia do mar Vermelho(13-14).
O êxodo de Israel para fora do Egito é declarado em todo o AT como a mais grandiosa experiência de redenção do velho concerto. (B) Os caps. 16-18 descrevem Israel no deserto, a caminho do monte Sinai. Deus guiou seu povo redimido por meio de uma nuvem e uma coluna de fogo e proveu maná, codornizes e água,exercitando assim seus redimidos a andar pela fé e pela obediência. (C) Os caps. 19-40 registram Israel no monte Sinai, recebendo de Deus a revelação que abarcou (1) o concerto (cap. 19), (2) o decálogo (cap. 20) e (3) o Tabernáculo e o sacerdócio (25-31). O livro termina com o Tabernáculo inaugurado e transbordante da glória (cap. 40).

Fonte: Bíblia de Estudos Pentecostal

quinta-feira, 29 de março de 2012

Êxodo

Êxodo
Considerações
Êxodo da continuidade à narrativa iniciada em Gênesis. O titulo do livro, deriva da palavra grega exodos (titulo empregado na septuaginta*, a tradução do antigo testamento em grego), que significa “saída” ou “partida”. Refere-se à poderosa libertação de Israel, efetuada por Deus, tirando-o da escravidão do Egito, e à sua partida daquela terra, como povo de Deus.

Introdução
Dois pontos relacionados com o livro de Êxodos têm causado muita controvérsia: a data do êxodo de Israel ao sair do Egito e a autoria do livro. (1) Duas datas diferentes para o êxodo são propostas pelos eruditos. (a) uma “data recuada” (também chamada a data bíblica), derivadas de 1 Reis 6.1. Onde está dito que o êxodo ocorreu 480 anos antes do quarto ano do reinado de Salomão. Esta declaração estabelece a data do êxodo em 1445 a.C. Por outro lado, em Juízes 11.26, Jefté (cerca de 1100 a.C) afirma que Israel ocupara sua própria terra já há 300 anos, o que permite datar a conquista de canaã, assim a conquista fica datada em aproximadamente 1400 a.C. Essa cronologia do Êxodo, a da conquista de Canaã e do período dos Juízes encaixam bem nos eventos datáveis da história dos três primeiros reis de Israel (Saul, Davi e Salomão). (b) Os Críticos liberais da Bíblia propõem uma “data posterior” para o êxodo, em cerca de 1290 a.C., com base em suposições a respeito dos governantes egípcios, bem como uma data arqueológica do século XIII a.C. sobre a destruição de cidades cananéias durante a conquista de Canaã.
(2) Há também discordância entre os eruditos bíblicos conservadores e liberais, no tocante à autoria mosaica do livro de Êxodo. (a) Intérpretes modernos geralmente consideram o livro como uma obra conjunta, preparada por vários escritores e completada num período da história de Israel muito posterior aos tempos de Moisés (Chamada teoria JEDP). (b) Por outro lado, a tradição judaica desde os tempos de Josué (Js 8.31-35), bem como o testemunho de Jesus (Mc 12.26), do cristianismo primitivo, e da erudição conservadora contemporânea, todos atribuem a Moises a origem do livro. Além disso, a evidência interna do livro apóia a autoria de Moisés. Pormenores numerosos em Êxodos indicam que o autor foi testemunha ocular dos eventos registrados no livro. Além disso, trechos do próprio livro dão participação direta de Moisés na sua escrita (êxodo 17.14; 24.4; 34.27).
Sendo assim fica ai amados, que vocês possam aprender um pouco mas com a história de Êxodo.

Fonte: Bíblia de Estudos Pentecostal

quinta-feira, 22 de março de 2012

O Livro de Gênesis


Gênesis: Caracteristicas e cumprimento no NT

As sete características principais de Gênesis são:

1)     foi o primeiro livro da Bíblia a ser escrito (com possível exceção de Jó) e registra o começo da história da humanidade, do pecado, do povo hebreu e da redenção

2)     A história contida em Gênesis abrange um período de tempo maior do que todo o restante da Bíblia, e começa com o primeiro casal humano; dilata-se, abrangendo o mundo anti diluviano, e a seguir limita-se a historia do povo hebreu, o qual semelhante a uma torrente, conduz à redenção até o final do AT.

3)     Gênesis revela que o universo material e a vida na terra são categoricamente obra de Deus, e não um processo independente da natureza. Cinqüenta vezes nos capítulos 1-2, Deus é o sujeito dos verbos que demonstram o que ELE fez como criador.

4)     Gênesis é o livro das primeiras coisas – o primeiro casamento, a primeira família, o primeiro casamento, a primeira família, o primeiro nascimento, o primeiro pecado, o primeiro homicídio, o primeiro polígono, os primeiros instrumentos musicais, a primeira promessa de redenção, e assim por diante.

5)     O concerto de Deus com Abraão, que começou com a chamada deste(12.3), foi formalizado no cap. 15, e ratificado no cap 17, e é de máxima importância em toda a Bíblia.

6)     Somente Gênesis explica a origem das 12 tribos da Israel.

7)     Revela como os descendentes de Abraão, por fim, se fixam no Egito(durante 430) e assim preparem o caminho para o êxodo, o evento redentor do AT.

Cumprimento

Gênesis revela a história profética da redenção, e o Redentor que virá através da descendência da mulher (3.15), das linhagens de Sete(4.25,26), e Sem(9.26,27), e da descendência de Abraão(12.3). O NT aplica 12.3 diretamente a provisão da redenção que Deus realizou em Jesus Cristo(Gl 3.16,39). Muitos personagens e eventos de Gênesis são mencionados no NT com relação à fé e à justiça (Romanos 4, Hebreus 11. 1-22), ao julgamento divino (Lucas 17.26-29,32; 2 Pedro 3.6; Judas 7.11a)  e a pessoa de Cristo (Mateus 1.1; João 8.58; Hebreus 7).

quinta-feira, 8 de março de 2012

O Livro de Gênesis


Gênesis: Propósito e Visão Panorâmica
Propósito
Genesis provê um alicerce essencial para o restante do Pentateuco e para toda a revelação bíblica subsequente. Preserva o único registro fidedigno a respeito dos começos do universo, da humanidade, do casamento, do pecado, das cidades, dos idiomas, das nações, de Israel, e da história da redenção. Foi inscrito de conformidade com o propósito de Deus a fim de dar ao seu povo segundo concerto, tanto do AT quanto do NT, uma compreensão fundamental de si mesmo, da criação, da raça humana, da queda, da morte, do julgamento, do concerto e da promessa da redenção através do descendente de Abraão.

Visão Panorâmica
Gênesis divide-se em duas partes. Primeiro: Os caps 1 – 11 é uma visão geral partindo de Adão até Abraão, e concentra-se em cinco eventos memoráveis. 1) A Criação: Deus criou todas as coisas, inclusive Adão e Eva, os quais Ele colocou no Jardim do Éden(1-2). 2) A Queda: Adão e Eva, pela sua transgressão, introduziram na história humana a maldição do pecado e da morte (cap. 3). 3) Caim e Abel: Esta tragédia colocou em movimento as duas correntes básicas da história:a civilização humanista e um remanescente redentor (4-5). 4) Dilúvio Universal: O mundo antigo se tornará tão iníquo até os tempos da geração de Noé, que Deus o destruiu por meio de um dilúvio universal, e poupou somente o Just Noé e sua família, como remanescentes(6-10). 5) A Torre de Babel: Quando o mundo pós-diluviano unificou-se em torno da idolatria e da rebelião, Deus o dispersou, ao confundir seu idioma e cultura, e ao espalhar a raça humana por toda a terra (cap.11).
Segundo: Os Caps 12-50 registram os começos do povo hebreu e focalizam o continuo propósito divino da redenção, através da vida dos quatro grandes patriarcas de Israel – Abraão, Isaque, Jacó e José. A chamada de Abraão por Deus (cap.12) e o relacionamento pactual de Deus com ele e com seus descendentes, formam o começo de fato da realização do propósito divino concernente ao Redentor e à redenção, na história humana. Gênesis termina com a morte de José e a iminente escravidão de Israel no Egito.
     Ficamos por aqui e semana que vem encerro Gênesis mostrando as características especiais e o cumprimento no novo testamento. Espero que estejam gostando e tenho fé em Deus que um dia teremos muitos comentários e muitas visitas. 

*Fonte: grande parte do texto foi retirada da Bíblia de Estudo Pentecostal.

quinta-feira, 1 de março de 2012

O Livro de Gênesis


O Livro dos começos

A partir de hoje todas as quintas feiras as postagens serão sobre os livros da Bíblia, contarei quem os escreveu, o tempo aproximadamente que o mesmo foi inscrito e o que se encontra no mesmo, então nada, mas do que normal começarmos com o livro de Gênesis, seguiremos a seqüência até Apocalipse.
E bem apropriado Gênesis ser o primeiro livro da Bíblia, por que?
Primeiramente o titulo do livro deriva da primeira palavra do livro: bereshith (no princípio) o titulo Gênesis é tradução do grego, do referido titulo em hebraico, e significa “a origem, fonte, criação, ou começo de alguma coisa”. Gênesis é “o livro dos começos”.
Em nenhuma parte do livro menciona-se o autor do livro. O testemunho do restante da Bíblia, porém, é que Moisés foi o autor de todo o Pentateuco, isto é, os cinco primeiros livros do antigo testamento, e, portanto de Gênesis, algumas referencias que provam isso podem ser vistas em: 1 Reis 2:3, 2 Reis 14:6 entre muitos outros. Além disso, os antigos escritores judaicos e os primeiros dirigentes da igreja são unânimes em testificar que Moisés foi o escritor de Gênesis. Uma vez que o relato de Gêneses e de data anterior a Moisés, o papel deste ao escrever Gênesis foi, em grande parte, reunir sob inspiração do Espírito Santo, todos os registros escritos e orais disponíveis, desde Adão até a morte de José, como os temos hoje preservado em Gênesis. Uma possível indicação de Moisés ter utilizado registros históricos existentes ao escrever Gênesis, e a repetida expressão através do livro: “estas são as gerações de” que no hebraico é lleh toledoth, que admite a tradução: “estas são as historias por” (versículos de Gênesis: 2:4; 5.1; 6.9; 10.1; 11.10 entre muitos outros).
Gênesis registra com exatidão a criação, os começos da história da humanidade e a origem do povo hebreu através de Abraão e dos demais patriarcas. O Senhor Jesus atestou no novo testamento a fidedignidade histórica da Gênesis como Escrituras divinamente inspiradas nas seguintes passagens (Mateus 19. 4-6; 24.37-39; Lucas 11.26-32 entre muitos outros versículos). Sua historicidade continua sendo confirmada pelas descobertas arqueológicas modernas. Moisés foi notavelmente bem preparado, pela sua educação (Atos 7.22) e por Deus, para escrever esse incomparável livro da Bíblia.
Quinta feira que vem (dia 08/03/2012), continuarei mostrando o propósito e a visão panorâmica. Não deixem de acompanhar e comentem, um abraço a todos.

Graça e Paz aos amados Irmãos.

* grande parte do texto foi retirada da Bíblia de Estudo Pentecostal

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Colirio Espiritual

                  Desça o colírio espiritual dos céus

“e que unjas teus olhos com colírio para que vejas” 
             AP 2:18b

Desde que tinha 5 anos de idade uso óculos, e me recordo que quando mais nova precisava fazer exames de vista mais detalhados tinha que pingar em meus olhos colírio! Hoje não é muito diferente pois quando faço uso da minha lente de contato, tenho que usar colírio!
Ou seja, o ‘bendito’ colírio, ainda que arda, ainda que incomode tem sido um instrumento para que eu possa enxergar melhor.
Pode parecer sem nexo nenhum o que estou dizendo, já que estou contando uma particularidade minha, porém logo vocês verão que o que estou dizendo se enquadra perfeitamente com o versículo citado.
Somos atraídos pelo que vemos, muitas vezes tiramos conclusões sobre muitas coisas só porque os nossos olhos enxergam pura e simplesmente!
Mas o que hoje eu venho propor é o seguinte: desde o início da minha vida cristã aprendi que quanto mais com Deus andamos mais nos tornamos parecidos com Ele, então eu faço o seguinte convite começando por mim é claro, que oremos ao nosso Senhor pedindo que do céu pingue colírio em nossos olhos para que nossa visão passe a ser espiritual.
Que possamos sair do lugar onde nossa visão é limitada e termos visão de águia, ver além dos nossos problemas, de nossas limitações e conseguir olhar para o NOSSO DEUS que usa os meios dEle para fazer o melhor por nós!